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Introdução do livro:
114Prosas Que Versam... e as vezes rimam.
Sabe... antes de morrer, vê se você consegue sentar-se debaixo de uma árvore, num domingo ensolarado de setembro e ali... com um lápis no toco, bem pequenininho, vê se no caderno velho e rabiscado você consegue fazer apenas uma poesia que depois seus netos - com você já morto - leiam e se digam: "- Nossa... como era talentoso o meu avô!"
Coloca uma fé no que eu digo agora: não teve uma poesia deste livro em que eu não fiz pensando assim... Não que isso queira dizer que eu mudei meu jeito de escrever pra mim e o resto (inclusive meus futuros netos) que se danem... não! Longe disso, mas aqui nesta obra, o que eu fiz foi diferente... ao terminar uma poesia, eu lia... e lia de novo me perguntando se era o que eu gostaria de deixar para os meus netinhos... tadinhos... acho que fiz um bom trabalho.
Tive a honra de ser apenas o instrumento das letras que se juntam e fazem aquelas Prosas que Versam se tornarem tão belas como algo que eu nunca tinha feito... tão lindas que até me duvidava... procurava nomes e mais nomes na internet para saber se eu tinha copiado de algum lugar, pois as idéias, a inspiração estava me aflorando como um desperdício de água pelo cano estourado no meio da rua... jorrava.
Encerrei este livro - no mais breve período que já tinha escrito --- um mês depois de tê-lo começado.... com uma poesia aos pedaços... estava passando mal naquele dia... mas a coisa saiu legal.. espero que tenha gostado.
114 Prosas Que Versam
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